RIDING ASSIST é o começo do fim do purismo no motociclismo? - Blog Corse
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RIDING ASSIST é o começo do fim do purismo no motociclismo?

HONDA RIDING ASSIST

Se você é um gearhead, amante de motos e entusiasta de tecnologia provavelmente recordará da revolução anunciada pela Honda nos idos de Janeiro de 2017. Um sistema que auto equilibrava a motocicleta parada, o Honda Riding Assist que você confere na imagem abaixo.

riding assist honda

 

Passados quase 5 anos você pode estar se perguntando o que aconteceu com essa tecnologia.

Tivemos notícia esse mês e parece que desde sua introdução inicial a Honda não desistiu do seu projeto de Riding Assist.

Vídeo do teste, assista:

 

[video width="1280" height="720" mp4="https://www.usecorse.com/wordpress/wp-content/uploads/2021/12/RIDING-ASSIST.mp4"][/video]

Ano novo, sistema completamente novo.

Para demonstrar a eficácia do sistema, a Honda optou por usar uma motocicleta do modelo NM4 Vultus para testar o Riding Assist 2.0, que utiliza um sistema de braço oscilante independente para equilibrar a moto em baixa ou nenhuma velocidade.

Na sua primeira versão apresentada na CES 2017, a mais importante feira de produtos eletrônicos do mundo, que acontece todos os anos em Las Vegas, os EUA trazia a tecnologia aplicada em uma NC750S, o que fazia muito sentido, pois funcionava modulando o ângulo do garfo dianteiro para atingir o equilíbrio em baixa velocidade. Já a NM4 Vultus, por outro lado, é uma moto bem maior e mais pesada - quase 34 quilos mais pesada.

No teste o piloto permanece confortavelmente no selim, sem as mãos ou os pés exercendo qualquer comando e sem tocar o chão. Moto e piloto permanecem perfeitamente equilibrados, sem a necessidade de um suporte central e lateral e sem “rodinhas”.

 

Podemos conferir também piloto em curso de treinamento de baixa velocidade, incluindo manobrar facilmente em uma curva de baixa velocidade onde nem ao menos no freio traseiro é necessário intervir.

 

 

Em todas as manobras de baixa e quase nenhuma velocidade, a moto nunca parece estar em perigo de tombar em qualquer direção. Quando está completamente parado, essa aparência completamente plácida não muda. Piloto pode montar e desmontar com facilidade e confiança.

Embora seja, sem dúvida, uma conquista de engenharia impressionante, não está claro se o Riding Assist 2.0 permitiria que um piloto fizesse muita inclinação.

Questões permanecem como por exemplo, se é possível que o sistema aprenda com o piloto de forma individual para que a mesma se adapte a seus hábitos e nível de habilidade? Existiriam configurações que permitiriam a um motociclista ligar e desativar esse sistema quando o mesmo estiver instalado na motocicleta?

Uma vez que ao que tudo indica, mesmo após passados 5 anos, ainda é algo claramente em estágio inicial de desenvolvimento, talvez essas sejam perguntas que ainda não têm ou que ainda precisam de respostas.

Adaptação e habilidade

Quanto a adaptabilidade aos níveis de habilidade do piloto e às circunstâncias parece ser a chave para qualquer implementação bem-sucedida em uma tecnologia aplicada para produção em massa.

Embora ainda não esteja claro quais são os planos da Honda para este sistema, é interessante ver como ele se desenvolveu ao longo do tempo.

Para novos pilotos, pilotos com alguma deficiência motora ou àqueles que tem dificuldade ou medo de pilotar, seria uma saída interessante? Traria mais pessoas para o motociclismo, ou é somente o começo do fim do purismo nas duas rodas com intervenções eletrônicas cada vez mais invasivas?

 

E você, na sua opinião o que acha de tudo isso?

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